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Grace Osakue e vozes do Girls’ Power Initiative / Iniciativa do Empoderamento das Meninas da Cidade de Benin, Nigéria
Beijing foi uma confirmação do bom trabalho que tínhamos realizado até então no campo dos direitos reprodutivos da mulher (a pesquisa do IRRRAG que demonstrou que as mulheres tinham noções de direito quando se tratava de questões de sexo e reprodução); uma articulação a respeito do que ainda precisa ser feito para a realização do desenvolvimento e da paz (as ações e estratégias nas 12 áreas cruciais de preocupação) e um instrumento que conferiu legitimidade ao nosso enfoque sobre a menina-moça como estratégia para o empoderamento da mulher e popularizou nossa definição de trabalho em direitos sexuais e reprodutivos.
—Grace Osakue, Co-Fundadora e Coordenadora do GPI nos Estados do Delta
Desde a conferência, um número maior de mulheres está agora interessado em assumir posições políticas e lutar abertamente por seus direitos. Gradualmente ficam mais expressivas e assumem tarefas que as tornam mais autodependentes.
—Mabel Oaikhena, Assistente de Programas
Beijing me fez pensar sobre as mulheres e a necessidade de serem empoderadas. Antes disso, eu pouco ou nada pensava a respeito.
—Tina Itohan Osagiobare, Facilitadora
Foi uma conferência sobre a mulher para colocar a mulher na agenda e orientar políticas favoráveis para melhor a sua situação. Para mim tem sido um guia sobre questões de gênero.
—Pearl Osakue, Diplomada do GPI e Facilitadora
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